Skip to content

100 coisas que vão estar em alta este ano em Belo Horizonte

27/01/2011

Listas. Listas são sempre injustas. Mas muitas vezes práticas. Servem para organizar e sintetizar algumas idéias. E foi a partir dessa lista que surgiu a idéia de fazer uma sobre as 100 coisas que vão estar em alta no ano de 2011 em BH.

Comecei a pensar e rascunhar. Algumas eram novidades, outras nem tantos. Alguns clássicos e outras coisas que poucos curtiriam. Aí surgiu uma outra idéia (vai fazendo uma lista de idéias aí): porque não pedir a opinião de algumas pessoas? Pessoas diferentes, com relações distintas com a cidade.

E-mails enviados. Respostas recebidas. A lista foi ganhando forma. Algumas coisas eram hour concours. Outras nunca tinha visto mais gordo. Outras foram para o paredão e acabaram eliminadas.

Agora, sem mais delongas, as “100” coisas que vão estar em alta neste ano em Belo Horizonte:

01) Os eventos gratuitos em espaços públicos

02) O investimento em hotéis-butique e hotéis-design

03) Os estabelecimentos que ficam abertos até mais tarde (madrugada)

04) A camisa verde e preta do América-MG

05) O bairro de Santa Efigênia

06) Os voos da Pluna a partir de BH

07) Visitar pela primeira (segunda, terceira…) vez o Inhotim

É difícil definir o Inhotim. E apesar de não estar localizado em Belo Horizonte, e sim em um município da região metropolitana, esse Centro de Arte Contemporânea faria bonito em qualquer lugar do mundo. E eu, que sinto vergonha de ter ido lá apenas 2 vezes, conheci outro dia um morador daqui de BH que nunca deu uma passada por lá. Desaforo! Para esse sem vergonha e para todo mundo (literalmente), um recado: Dá uma passada lá em 2011! Mais informações no site ou twitter do Inhotim. E para uma pequena amostra grátis, dá um olhada neste post do Ricardo FreireInhotim, o melhor passeio que você ainda não fez.

08) O Circuito Cultural da Praça da Liberdade

09) As atuais e as novas lojas do Verdemar

10) Os blocos de pré-carnaval da cidade

Quem disse que nesse ano o carnaval é somente em março? O carnaval da nossa cidade não é tão conhecido, apesar do esforço de algumas pessoas e agremiações. Entretanto tem aumentado o número de blocos e foliões no sábado anterior à festa momesca. Além da já tradicional “Banda Mole”, que desfila no centro da cidade, destaque para os blocos espalhados pelos bairros. No Santo Antônio, o “Santo Bando” sobe as ladeiras com direto a samba enredo e muita cerveja (precisa de mais banheiros químicos!). A Associação Comunitária dos Amigos do Estádio Independência, coloca pelo décimo ano nas ruas do bairro a “Banda Sagrada Folia”. No São Bento, a turma é descontraída até no nome do bloco: “Sou Bento Mas Não Sou Santo”. Além disso tem o pessoal do “Bloco Concentra Mas Não Sai”, da Pampulha; o “Baile dos Artistas” que acontece no Lapa Multishow e a turma do Mackenzie Esporte Clube, com o bloco carnavalesco, literário e ortográfico: “Não trema na lingüiça”.

A relação dos blocos foi baseada nos desfiles no ano passado. Tomara que a animação continue e que apareçam muitos novos blocos. Boa farra e evitem urinar na rua! E se você souber alguma informações sobre esses e outros blocos,  divide conosco aí na caixa de comentários! ; )

11) As roupas e objetos da Casa Ramalhete

(Agora o blog tem até correspondentes internacionais e equipe de repórteres! A resenha da Casa Ramalhete foi escrita pela Pollyana Teixeira. A Polly é bacharel em Turismo pela UFMG, mesma universidade onde está cursando atualmente jornalismo. Obrigado, Polly!)

A Casa leva o nome da rua que a sedia e é, a priori, o local de trabalho da estilista mineira Julia Valle e da arquiteta Marina Noronha. No sobrado de dois andares funciona, ainda, uma pequena galeria onde as duas expõem e comercializam seus trabalhos: objetos de design como jóias, bijouterias e peças para casa – apoio de copos, vasos de flores, porta canudos -, além das roupas. São peças de alfaiataria muito originais, com modelagem criativa – algumas até para estimular a criatividade de quem usa -, e ao mesmo tempo clássicas. Lindas, para melhor resumir. Como a Marina está fora do Brasil e a Julia, morando no Rio, a Casa está aos cuidados da Vitória, mãe da Julia. Do lado de fora, não há uma placa, nem portas sempre abertas, como em uma loja convencional; e nem há vontade, por parte da Julia, de fazer publicidade para a Ramalhete. Assim, o atendimento aos que desejam conhecer a Casa – e o trabalho das designers -, é feito com hora marcada e, para isto, há muita flexibilidade. Como me disse a própria Julia, a ideia é atender realmente a cada visitante/cliente de forma mais íntima e dedicada. Além do quê, o espaço e a produção são limitados, como em qualquer atelier. Para os que se sentem intimidados ou desconfortáveis à ideia de marcar um horário para conhecer uma loja – como eu -, os tranquilizo: minha primeira visita à Ramalhete foi super gostosa; a Julia é uma graça e super simpática, e além disso, não há experiência mais interessante do que ser atendido e orientado por quem tem uma ligação especial com as peças, justamente quem as criou. A Casa Ramalhete está na Rua Ramalhete, n. 611, Bairro Serra, aqui em BH; e quem desejar conhecer os trabalhos da Julia Valle e da Marina Noronha – e de quebra adquirir uma peça pra lá de criativa – só ligar para um dos números: (31) 8806 8517 | (21) 9589 3573, e combinar sua visita!

12) O Copa Restaurante

13) Um piquenique na praça (novíssima) Floriano Peixoto

14) O Flight de vinhos na Rex Bibendi

15) Um descanso na grama no domingo de manhã no Museu de Arte da Pampulha

16) Os cadernos de anotações da Muquito

17) O JA.CA – Jardim Canadá Centro de Arte e Tecnologia

18) A banda Dead Lover’s Twisted Heart

19) O Mate Couro 600 ml em garrafa de vidro

20) A utilização de tablets e smartphones em espaços públicos

21) As cervejas (realmente) artesanais

22) Os jogos e brincadeiras antigas, como a queimada e o bente altas

23) O Memorial Minas Gerais Vale

24) A Quina Galeria

25) O Grupo Espanca!

26) A Cia. Luna Lunera

27) Correr na lagoa da Pampulha, correr na Bandeirantes, correr no Belvedere, correr…

28) As operas produzidas pela Fundação Clóvis Salgado

29) A Mambo Drinkeria

30) Visitar o Observatório Astronômico Frei Rosário, mantido pela UFMG, em Caeté

31) Comer em uma hamburgueria com fabricação própria de hambúrgueres

32) A boate Marriah

33) A Fnac do BH Shopping

34) O Centro Cultural Sesc Palladium Domus Artium (antigo Cine Palladium)

35) O V&M Brasil Centro de Cultura (antigo Cine Theatro Brasil)

36) As versões belohorizontinas do Mocotó (Rodrigo Oliveira): a descoberta de butecos e restaurantes em bairros afastados

37)  As casas noturnas GLS

38) A equipe de futebol americano de BH: Minas Locomotiva

39) A segunda edição do FIMPRO – Festival Internacional de Improvisação Teatral de Belo Horizonte

40) Bares e pequenas festas temporárias em apartamentos e quintais de casas

41) O designer Gustavo Brenck

42) Os sorvetes de frutas exóticas da Frutos do Cerrado

43) Um café da manhã fora de casa

44) Buscar alternativas para fugir do trânsito (arrumar outras atividades próxima ao local do trabalho ou trabalhar em horários não convencionais)

45) O guia cultural Mixsórdia

46) Um circuito alternativo de butecos durante o Festival Comida di Buteco

47) Assistir a jogos de diversos esportes especializados

48) O RUTs – Rolé Urbano das Terças

49) Os programas de comédia nas rádios da cidade

50) Os estabelecimentos do centro antigo de BH, destaque para o Nelson Bordello e o CentoeQuatro

51) A agenda do samba em BH do site Ocê no Samba

52) As sugestões de presente femininos da loja Madame Surtô

53) As compras do supermercado feita pela internet

54) Os projetos do arquiteto Humberto Hermeto

55) Os trabalhos do artista Eduardo Recife

56) Os bons e velhos sebos e bibliotecas da cidade

57) … Agora eu quero saber a sua opinião. O que mais merece entrar nesta lista? Ainda faltam 50 44 coisas. Comenta aí!

E com o tempo esse post vai ganhando forma. Vou inserir fotos, pequenos textos sobre cada um dos itens, links e, claro, o restante da lista, para completarmos as 100 coisas.

; )

– – –

Subindo os créditos!

Para elaborar essa meia lista, eu consultei um monte de gente bacana, dá uma olhada aí na turma que me ajudou (com direito a currículo e tudo!):

> Alexandre Costa: Vive em busca de uma idéia genial. Enquanto não a encontra, vai aos bares de BH em busca das melhores cervejas e iguarias. Twitter: @alexandre_costa.

> Carlos Oliveira: É mineiro e tem 27 anos. É comediante stand-up e está em busca da pedra filosofal. No twitter atende pela alcunha de @otorresmo.

> Fernanda Reis: Formada em Educação Física e com pós-graduação em Marketing Esportivo e Eventos, ela é coordenadora de promoções da Rede Itatiaia. Mas a sua principal função é ser a puxadora oficial de trenzinho nas festas de formatura e eventos familiares. Twitter: @_fereis.

> Hely Costa: É professor universitário, designer, mestre em artes e cosplay de atleta. Um pouco kitsch, um pouco sofisticado e muito eclético! Twitter: @Hely.

> Ivan Bregalda: Além de cervejeiro, matemático e contador, produziu shows e bandas, foi baixista do “Seu Madruga”,  atualmente é Dj (Navim7), administrador e produtor da A Obra Bar Dançante.

> Julia Valle: É estilista e atua em diversas áreas das artes aplicadas. Para conhecer um pouco do seu trabalho, passa lá no www.juliavalle.com.

> Mariana Marconi: Bacharel em Turismo pela UFMG e Pós-Graduanda em Administração Hoteleira pela Les Roches International School of Hotel Management. Carioca, porém moradora apaixonada por Belo Horizonte e encantada pelas pessoas que esta cidade colocou em seu caminho. Twitter: @mmarconi.

> Rafael Romeiro: Mais conhecido como Dudu,  é sócio da operadora de viagens FVO. Sonha em ganhar na loteria e voltar para a faculdade. Twitter: @rafaromeiro.

> Renata Romeiro: É formada em Publicidade, apaixonada por design e sócia da Mango. Ama viajar, mas curte mais ainda voltar para BH.

> Rodrigo Purisch: É médico e tem um diagnóstico sobre BH: acredita que a cidade anda meio descuida. É também o responsável pelo blog Aquela Passagem e sabe tudo sobre os mecanismos que regulam as vendas de passagens aérea.

> Thiago Reis: Repórter da rádio Itatiaia é conhecido pelo seu bordão: Seu nome, seu bairro! Também participa, aos sábados, do programa Bola na Área, onde está sempre filando um rango pelos butecos da cidade. Além disso, carrega BH na sua arroba do twitter: @thiagoreisbh.

> Tomaz de Alvarenga: É cientista político e futuro jornalista. Estagiário do Portal Uai, colaborador do Ragga Drops e entusiasta da boa música. Twitter: @tomazalvarenga.

Anúncios